A oficina começou com um atraso de meia hora, isso prejudicou bastante o desenrolar da atividade. Após o momento da brincadeira, Maria, em uma roda de conversa, fez um resgate sobre a visita da BT, perguntando quem havia participado, o que tínhamos preparado para recebê-los...
Rosana deu continuidade à avaliação, perguntando o que eles acharam, o que as mães haviam comentado... Bruna anotou as respostas na folha de papel flip. A coluna do que foi bacana ficou cheia, já a do que não foi legal e podia ter sido melhor, contou apenas com uma observação: “faltou a presença da mídia, especialmente da TV”. Entre as observações do que foi bacana, o grupo falou bastante de ter sido legal mostrar a escola, o modelo do ensino público
Após a avaliação e a dispersão causada por Mateus que não parava quieto demos continuidade com a leitura das matérias publicadas no site da Smec sobre a visita da BT. Fizemos uma leitura compartilhada. Maria e Bruna ficaram acompanhando a leitura ao lado de Douglas, que não sabe ler.
Após a leitura e a saída Maria, que foi para reunião do AC, nos dividimos em dois grupos (desenho e texto) para elaborar uma peça de comunicação, porém tivemos que interromper a atividade, pois já passava de meio dia.
Finalizamos a atividade com o compromisso de que na próxima semana terminaríamos a produção dos desenhos e do texto. O momento dos informes foi bem rápido por conta do tempo. Falamos do horário da próxima oficina (9h às 12h), a chegada de novos integrantes ao grupo, planejamento da despedida de Albert e Edivan e da participação de novas escolas no projeto. Washington e Bruno foram para Escola, mas não ficaram para a atividade.
IMPRESSÕES
por Bruna Hercog
Fiquei insegura em alguns momentos, a minha maior angústia é: as crianças estão conseguindo me entender? Ao mesmo tempo, gostei da forma como me posicionei. Não acho que mostrei essa insegurança para eles e, com Rosinha, conseguimos mediar a reflexão do grupo sobre a visita da British, sobre o porque produzir comunicação, divulgar o que aconteceu, etc. O momento de leitura coletiva foi bastante rico e creio que deve ser repetido em diversos outros momentos do processo. Nessa atividade as crianças deixaram escapar diversas impressões sobre a escola que têm e a que gostaria de ter: “as merendeiras são chatas porque gritam com a gente, não escuta o que a gente fala”; “queria que a escola fosse reformada, colocasse ventilador nas salas, uma biblioteca, uma quadra, uma sala de informática”.
por Rosana Alves
Me senti um pouco insegura e desmotivada na condução da atividade, porque nem todos estavam presentes e também por achar que o grupo estava meio lento, fazendo com que ficássemos provocando o tempo todo. O comportamento de Mateus me deixou assustada por não ter paciência e não saber com lidar com aquilo.
O pouco tempo e o atraso no início me deixou angustiada porque não termos, conseguimos finalizar a atividade. Apesar da brincadeira no início da atividade as crianças estavam meio lentas e isso prejudicou o rendimento da atividade, acredito que isso se deve ao fato entre outras coisas, da demora na avaliação da visita que aconteceu no inicio do mês.
A leitura compartilhada é um bom aspecto a ser trabalho com as crianças, mas requer um tempo mais para a atividade. Senti que as crianças ficaram com um pouco de ciúme quando falamos que a Escola São Brás também vai fazer parte do projeto esse ano.